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Notícias da paróquia › 20/07/2010

Família: berço dos valores e célula básica da sociedade

Nesta última quinta feira tivemos mais um encontro com Dom Rafael L. Cifuentes. Com o bom humor que lhe é peculiar, Dom Rafael acolheu a todos com enorme carinho, fazendo com que nos sentíssemos à vontade em ouvir e participar da sua palestra. O tema escolhido, “Família, hoje”, foi tratado com a alegria que se deve apresentar neste ambiente, sem esquecer a firmeza da autoridade (sem autoritarismo) que se estabelece no relacionamento entre pais e filhos….

Lá estavam casais, famílias, e jovens. Iniciou falando que a família é a célula básica da sociedade e a primeira escola de todos os seres humanos. Nela se constrói o aprendizado dos valores, “a família é como o berço dos valores, na formação dos filhos”. Em uma linguagem maternal nos explicou que a família é o local apropriado para ocorrerem dois partos: o Biológico ( o filho nasce para a vida) e o Sociológico ( o filho nasce para a sociedade ). Para esta participação na sociedade é preciso a participação do Homem (presente na figura do pai ) e da Mulher ( mãe), com princípios educacionais únicos e solidários, originais e indispensáveis. Enfatizou que se falta a presença do pai, falta a firmeza e a segurança no lar; e que cabe a mãe dar a ternura, o carinho, e a afeição. Na falta do pai, os filhos ficam inseguros pela carência dos mesmos, e que esta carência leva a problemas mais graves ( homossexualismo, drogas, álcool, etc.).

Salientou que para formar os filhos os pais têm que estar bem formados nas virtudes, e que é preciso ter um guia (sacerdote), porque não bastam conselhos. Recordou as palavras de São Josemaria Escrivá : “ converter as tragédias em sorrisos diários”, bom humor. É preciso dar uma direção positiva aos problemas, ver nas dificuldades o lado bom, e agradecer a Deus por tudo o que temos.

Falou também sobre pureza e castidade, sobre a segurança que se comunica, ( ensinar a caminhar para a vida, e para isso tem que ter uma fé forte). O medo é próprio daquele que não tem a consciência tranqüila. Para educar os filhos temos que nos empenhar com toda nossa inteligência, e interesse, porque os filhos são o melhor negócio, e deu um exemplo: o escultor que tem paixão por sua obra, assim somos nós, escultores de nossos filhos, e temos que nos apaixonarmos por isso. Para se concretizar esta atitude é preciso escutar os filhos, saber o que acontece com eles , com quem andam, reparando seus comportamentos, dedicando um tempo para eles. Na prática, há que se saber coordenar autoridade com amizade, e firmeza com carinho.

Recomendou que é preciso dar asas aos filhos para que voem por conta própria, cortar o cordão umbilical, e ensinar a piedade e a fé no lar. Aprender as orações, rezar em família, freqüentar a Santa Missa juntos, porque a família que reza unida permanece unida. Concluiu sua palestra dizendo que é muito importante colocar a família no centro dos nossos corações, e citando João Paulo II afirmou: “é preciso transformar os lares em igrejas domésticas.”

Por Pastoral da Família (clique aqui para conhecer a Pastoral da Família da Paróquia N. Srª do Brasil.)