(11) 3082 9786 – Praça N. Sra. do Brasil, s/nº, Jardim América – São Paulo, SP

Evangelho do dia › 19/01/2017

5ª-feira da 2ª Semana do Tempo Comum

1ª Leitura – Hb 7,25 – 8,6

Cristo ofereceu sacrifícios uma vez por todas, oferecendo-se a si mesmo.

Leitura da Carta aos Hebreus 7,25 – 8,6

Irmãos:
25 Jesus é capaz de salvar para sempre
aqueles que, por seu intermédio, se aproximam de Deus.
Ele está sempre vivo para interceder por eles.
26 Tal é precisamente o sumo sacerdote que nos convinha:
santo, inocente, sem mancha,
separado dos pecadores
e elevado acima dos céus.
27 Ele não precisa, como os sumos sacerdotes
oferecer sacrifícios em cada dia,
primeiro por seus próprios pecados
e depois pelos do povo.
Ele já o fez uma vez por todas, oferecendo-se a si mesmo.
28 A Lei, com efeito,
constituiu sumos sacerdotes sujeitos à fraqueza,
enquanto a palavra do juramento, que veio depois da Lei,
constituiu alguém que é Filho, perfeito para sempre.
8,1 O tema mais importante da nossa exposição é este:
temos um sumo sacerdote tão grande,
que se assentou à direita do trono da majestade, nos céus.
2 Ele é ministro do Santuário e da Tenda verdadeira,
armada pelo Senhor,
e não por mão humana.
3 Todo sumo sacerdote, com efeito, é constituído
para oferecer dádivas e sacrifícios;
portanto, é necessário que tenha algo a oferecer.
4 Na verdade, se Cristo estivesse na terra,
não seria nem mesmo sacerdote,
pois já existem os que oferecem dádivas de acordo com a Lei.
5 Estes celebram um culto
que é cópia e sombra das realidades celestes,
como foi dito a Moisés,
quando estava para executar a construção da Tenda.
‘Vê, faze tudo segundo o modelo
que te foi mostrado sobre a montanha’.
6 Agora, porém, Cristo possui um ministério superior.
Pois ele é o mediador de uma aliança bem melhor,
baseada em promessas melhores.
Palavra do Senhor.

Salmo – Sl 39, 7-8a. 8b-9. 10. 17 (R. Cf. 8a.9a)

R. Eis que venho fazer, com prazer,
a vossa vontade, Senhor!

7 Sacrifício e oblação não quisestes,*
mas abristes, Senhor, meus ouvidos;
não pedistes ofertas nem vítimas,+
holocaustos por nossos pecados,*
8ª E então eu vos disse: ‘Eis que venho!’ R.

8b Sobre mim está escrito no livro:
9 ‘Com prazer faço a vossa vontade,*
guardo em meu coração vossa lei!’ R.

10 Boas-novas de vossa justiça
anunciei numa grande assembléia;*
vós sabeis: não fechei os meus lábios! R.

17 Mas se alegre e em vós rejubile*
todo ser que vos busca, Senhor!
Digam sempre: ‘É grande o Senhor!’*
os que buscam em vós seu auxílio. R.

Evangelho – Mc 3,7-12

Os espíritos maus gritavam: ‘Tu és o Filho de Deus!’
Mas ele ordenava severamente para não dizerem quem ele era.

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 3,7-12

Naquele tempo:
7 Jesus se retirou para a beira do mar,
junto com seus discípulos.
Muita gente da Galiléia o seguia.
8 E também muita gente da Judéia,
de Jerusalém, da Iduméia, do outro lado do Jordão,
dos territórios de Tiro e Sidônia,
foi até Jesus, porque tinham ouvido falar
de tudo o que ele fazia.
9 Então Jesus pediu aos discípulos
que lhe providenciassem uma barca, por causa da multidão,
para que não o comprimisse.
10 Com efeito, Jesus tinha curado muitas pessoas,
e todos os que sofriam de algum mal
jogavam-se sobre ele para tocá-lo.
11 Vendo Jesus, os espíritos maus caíam a seus pés,
gritando: ‘Tu és o Filho de Deus!’
12 Mas Jesus ordenava severamente
para não dizerem quem ele era.
Palavra da Salvação.

Reflexão – Mc 3, 7-12

O evangelho de hoje é uma continuação dos evangelhos anteriores e nos mostra que, se por um lado, as autoridades religiosas da época de Jesus não concordavam com o seu modo de agir e com os seus ensinamentos, por outro lado, a multidão cada vez mais aderia aos seus ensinamentos e procurava em Jesus a solução para os seus problemas, naturais ou espirituais. A visão institucionalizada da fé é importante porque nos ajuda a viver comunitariamente o nosso relacionamento com Deus, mas pode ser perigosa enquanto pode submeter o próprio Deus aos critérios da razão humana ou legitimar, em nome de Deus, relacionamentos e costumes meramente humanos que podem até ser opressores e excludentes.

Fonte: CNBB

Versão para Imprimir